Para este responsável foi “uma escola que pretendeu criar ilusões, sonhos, experiencias e descobertas do eu e dos outros num jogo em que a perceção da realidade se confronta numa introspeção e num impulso que permite descobrirem a singularidade da expressão corporal sem recurso à palavra”.
“Com processos em que se investigaram as várias formas psicológicas do humor e de truques capazes de captarem a essência do ser palhaço, trabalho árduo em que o conhecimento interior é confrontado com um sentimento profundo de realização, tendo os outros como espelho da ação”, disse, Carlos Mota.
A formação proporcionou um resumo de 40 horas e de outras tantas de experimentação. Neste projeto “escola” foi segundo o diretor do CCC também importante a aprendizagem da partilha de emoções num confronto com os públicos aquando da necessidade de resolução de um qualquer problema inesperado, mesmo em desequilíbrio numa corda bamba.
Os mestres formadores (Jeff Johnson, Victor Tomate Avalos e Rob Cartwright) são reconhecidos mundialmente pelos seus projetos e percursos singulares.
Nas Caldas da Rainha fizeram prova disso dando aos alunos um “mundo de experiencias que irão perdurar no futuro de cada um, quer como hipotéticos artistas de rua, quer como pessoas”, adiantou, Carlos Mota.
Mais de uma quinzena de participantes fizeram nesta residência artística um envolvimento com a cidade e sua geografia, que lhes permite possuírem uma ideia mais assertiva desta magnifica cidade da região Oeste que os acolheu e deu formação, perpetuando uma relação que se quer de continuidade capaz de a referenciar entre tantas outras, como singular e acolhedora que sabe receber e partilhar saberes.
As ruas, praças encheram-se de sorrisos e de olhares que se cruzaram em festa e que fizeram transbordaram os dias, tornando-os mais ricos do que é usual. “Esta foi a cidade das Caldas da Rainha onde o sorriso foi o caminho mais curto para o encontro e o convívio, conforme podemos vivenciar e conferir na apresentação final de curso realizada na noite de 16 de julho no café concerto no CCC”, disse, o responsável.
Para o ano poderá haver mais alunos e mais mestres para isso o CCC vai continuar a contar com a disponibilidade da companhia Pim teatro numa parceria eficaz, “do Município de Caldas da Rainha que possui a clarividência de apoiar estas áreas da cultura e, com os públicos que a cidade possui”.
Carlos Mota agradeceu à imprensa local que “soube dar conta dos momentos e para a capacidade organizativa do CCC e com os seus colaboradores, que incansáveis souberam uma vez mais proporcionar mais um magnífico evento à cidade fora do seu espaço de ação”.
Paro o ano, o CCC pretende fazer, um módulo para os mais jovens.








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