O curso começou a 15 de março com nove alunos e na semana passada realizou-se a sessão inaugural, que marcou o arranque simbólico de “um curso inovador na oferta formativa do Turismo de Portugal”, revelou Daniel Pinto, diretor da EHTO.
“Recebemos o desafio e entendemos que seria interessante valorizar a nossa área de formação de gastronomia e pastelaria. Acreditamos que o curso possa ter uma incidência grande. É a única escola da rede do Turismo de Portugal a desenvolver esta oferta”, declarou o responsável.
Tem duração de 600 horas e seis meses de formação e segundo Ana Pais, diretora do agrupamento de escolas do centro do Turismo de Portugal, “é um curso pelo qual lutámos bastante, porque achámos que iria trazer valor à escola e contribuiria para diferenciar a aposta”.
“Este é um setor que tem um potencial grande e temos produtos excepcionais, mas se calhar não estamos ao nível de negócios de outros países, por isso podemos fazer a mudança”, sustentou.
Tinta Ferreira, presidente da Câmara das Caldas, declarou que não hesitou em apoiar este curso porque “está à vista o crescimento da panificação no país, não só na produção mas ao nível do conhecimento”.
“É uma área onde é importante ter formação e a existência deste curso é um salto qualitativo que vai permitir transmitir conhecimento e inovar”, manifestou.
A aula inaugural foi dada pelo gastrónomo Virgílio Gomes, que falou da história da alimentação na perspetiva da panificação.
O ator José Ramalho fez uma performance de “teatro de objetos”, relacionado com a temática do pão.
Ana Belém, de 36 anos, e Luís Rosa, de 43 anos, dois caldenses a residir na Noruega, decidiram mudar de vida e estão a frequentar o curso com a perpetiva de poderem iniciar um negócio nesta área, sendo o exemplo da grande abrangência de público-alvo do curso de padaria avançada.







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