Joana Filipe, do Bloco de Esquerda, defendeu que este tipo de assembleia jovem “devia ser uma prática corrente e não apenas algo comemorativo, já que a democracia é para todos os dias”, mas sustentou que “devia haver dois tipos de assembleia” para não misturar “pessoal que não tem qualquer instrução política com quem já está preparado para estas lutas”.
Rui Gonçalves, do CDS, considerou que nas Caldas houve “comemorações pobres”, o que já acontece “quase todos os anos”, o que só mudará se “as pessoas assumirem se querem comemorar ou não”.
Para Manuel Nunes, do PS, “até pela ligação ao 16 de março, Caldas devia explorar ao máximo o 25 de abril e não fazer uma ação envergonhada”. Lembrou que anteriormente já houve sessões para alunos do secundário que tiveram uma participação “excelente e empenhada”, pelo que interrogou “qual é o interesse de estarem a participar juventudes partidárias, em que os partidos estão representados na assembleia municipal”.
Emanuel Pontes, do MVC, também não concorda com uma assembleia com juventudes partidárias, porque “um jovem que não faça parte não pode participar”. Criticou que “é uma forma de os encaminhar para as juventudes partidárias”.
José Carlos Faria, da CDU, classificou as comemorações como sendo “um agendamento de pura rotina, sem chama nem paixão”. “Quando para muitos jovens o 25 de abril é uma mera data, podia haver algo mais profundo de formação de consciência de cidadania, para os jovens poderem ter a noção da censura e da liberdade”, referiu.
João Frade, do PSD, argumentou que a assembleia com as juventudes partidárias “foi falada entre as várias forças representativas do concelho e tenho pena que não se tenha conseguido chegar a um consenso, mas espero que numa próxima oportunidade se possam fazer duas sessões [uma para os jovens não ligados a partidos e outra para as juventudes partidárias]”.









0 Comentários