A autarquia criou um corredor de estacionamento na Rua General Amílcar Mota, em direção ao Largo da Rainha, que passou a estar reservado a autocarros aos sábados, domingos e feriados, das 9h às 20h, até ao centro comercial La Vie. Existia já um espaço em frente ao Sana Hotel para autocarros, todos os dias, entre as 8h e as 20h.
Joana Filipe, do Bloco de Esquerda, considera que o espaço “é necessário”, para visita das excursões “ao centro histórico e ao parque”. “Vendo geograficamente aquela zona, o que iríamos inventar ali? Só se for um parque de estacionamento nas traseiras do Parque D. Carlos I, mas não sei se é viável porque temos de avaliar o património ecológico”, manifestou.
Manuel Nunes, do PS, apontou que os autocarros “costumam parar em frente ao hospital em estacionamento proibido e até em frente ao Mercado do Peixe” pelo que “uma solução imediata era a zona atrás do Chafariz das 5 Bicas”, defendendo também que deve ser feito um estudo sobre a afluência semanal de autocarros turísticos às Caldas.
António Cipriano, do PSD, entende que a solução achada pela Câmara “está relativamente próxima do centro da cidade”, adiantando que a Câmara tem feito contatos com a associação que representa este sector de viagens para avaliar as suas necessidades e que está a ser elaborado um mapa com as localizações onde os autocarros possam estacionar”. “Há contatos do executivo com o centro hospitalar para ao sábado e domingo ser utilizado o espaço atrás do Chafariz das 5 Bicas”, indicou.
Rui Gonçalves, do CDS, declarou que pensou que o local em frente ao Sana Hotel era “uma solução temporária” devido às obras de regeneração urbana, mas agora, concluídos trabalhos, “tem de se encontrar outra solução”. “A maioria das pessoas que vem nos autocarros é idosa. É a razão que ao domingo vão parar na descida do hospital ou em frente ao mercado do peixe”. “É preciso aproveitar o parque atrás do Chafariz”, sublinhou.
Emanuel Pontes, do MVC, sugeriu que um bom local seria a central rodoviária. “Era a forma de meter as pessoas dentro das Caldas. O turista podia deslocar-se a partir dali para o edifício dos produtos regionais, praça e rua das montras. Devia fazer-se negociação com a Rodoviária”, defendeu.




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