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Cidadãos criticam Orçamento Participativo

Marlene Sousa

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“O silêncio a que se remeteram os responsáveis autárquicos das Caldas perante os esforços da sociedade civil a tornar o Orçamento Participativo num instrumento eficaz de intervenção cívica”, levou um grupo de cidadãos e amigos das Caldas da Rainha a criticar a forma como a iniciativa está a ser desenvolvida.

O anúncio do Orçamento Participativo para 2017 e a ausência de reflexão que se traduz nas reduzidas alterações ao regulamento dos exercícios anteriores, acrescido da inclusão de um Orçamento Participativo Jovem, são outras questões abordadas no manifesto que foi apresentado na passada segunda-feira, em conferência de imprensa, na sede do MVC.

“A debilidade de todo este processo que ignora recomendações apresentadas, mantém a ausência de diálogo com proponentes e outras partes interessadas e ignora o beneficio de criar consensos e o valor do contributo da sociedade civil no desenvolvimento do concelho”, são também reclamações do um grupo de cidadãos, que revela que “a posição das Caldas, à luz dos critérios que definem o índice de transparência municipal dos concelhos é dos menos transparentes dos doze que compõem a região Oeste, e a nível nacional ocupa o lugar nº 242, num universo de 308 municípios”.

O JORNAL DAS CALDAS irá desenvolver esta informação na próxima semana.

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