Depois da primeira derrota em dois anos e três meses, o Óbidos voltou às vitórias, diante do Marinhense – que não teve capacidade para fugir das garras predadoras dos morcegos. No sábado, o Óbidos construiu um resultado volumoso e justo.
“Jogar futebol é muito simples, mas jogar um futebol simples é a parte mais difícil do jogo”. Este pensamento de Johan Cruyff traduz o projeto do Óbidos, que em 65 jogos oficiais apenas conta com uma derrota.
Aos 24′, os adeptos já rejubilavam com um banquete de golos perante um Marinhense confuso e inofensivo, talvez com a mente dispersa e apaixonada pela coleção de postais naturais da vila de Óbidos. Apenas 1′ foi o tempo que Guilherme demorou a marcar o 1º golo, na conclusão de um canto executado por Yann.
Depois foi Gonçalo quem dilatou a vantagem aos 21′. Ainda os marinhenses não digeriam a diferença e já Gonçalo conseguia o terceiro aos 24′.
Consciente das inumeráveis fragilidades contrárias, Sérgio segurou trunfos, sentou no banco Guilherme, Yann, Gonçalo e Francisco, sem prescindir de um jogo seguro e de um compromisso vincado com o espetáculo. O desaceleramento do Óbidos serviu para Armando Valério ajustar a estratégia e, a espaços, os visitantes conseguiram equilibrar a partida, (sem contudo evitarem o 4º golo por intermédio de Marta aos 49′).
Mas reduziram aos 50′ por Francisco, na recarga após remate de Silva, em que o guardião Mikas fez defesa incompleta.
A gula desenfreada dos morcegos levou ao avolumar do resultado, o que não foi surpreendente, com mais quatro golos – Yann 54′, Guilherme 55′, Gonçalo 56′ e Diogo 60′.
Excelente arbitragem.




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