“Consideramos importante trabalhar em escala e parece-nos fazer sentido criar dois ou três centros de recolha [de animais] intermunicipais para servirem respetivamente os concelhos do norte, centro e sul da região”, disse o presidente da OesteCim, Pedro Folgado.
“Temos sido confrontados com a possibilidade de haver nova regras em relação à questão da recolha dos animais, esterilização e eutanásia e preocupa-nos neste momento não termos as condições adequadas”, referiu o autarca, que quer saber “o que o Governo tem em vista em termos de descentralização de competências para os municípios e qual o envelope financeiro associado”, para depois as autarquias se organizarem em termos do investimento, que “é elevado”.



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