Com mais de trinta músicos entre os 13 e 45 anos, alguns dos quais iniciaram devido à escola de música, a SFA precisava de outra tuba para a ampliação da capacidade sonora. “A tuba é um dos instrumentos que estávamos mesmo a precisar porque só uma era muito pouco para os nossos concertos”, disse a presidente da SFA, Catarina Correia, acrescentando que quase todos os alunos da escola de música utilizam os instrumentos da banda. Destacou o apoio do Crédito Agrícola de Caldas da Rainha, Óbidos e Peniche dado a ser um instrumento com um preço significativo e que vem “ajudar muito a filarmónica”.
Segundo o administrador da Caixa de Crédito Agrícola das Caldas da Rainha, Óbidos e Peniche, Nuno Cordeiro a atual administração quis honrar um compromisso que havia “dos órgãos sociais anteriores, nomeadamente do eng. António Rego Filipe, e quando foi possível procurámos dignificar essa promessa”.
Elogiou o trabalho da SFA, que é uma “entidade prestigiada nesta região”, acrescentando que o novo instrumento vai certamente “ser útil para gerações de jovens músicos”.
O administrador sublinhou que “o Crédito Agrícola de Caldas da Rainha, Óbidos e Peniche para além da sua atividade enquanto instituição financeira totalmente nacional e de matriz cooperativa, promove, também, dentro dos limites das suas possibilidades e objetivos, a cooperação com instituições dos concelhos abrangidos no seu espectro geográfico de ação, sejam elas de matriz social ou cultural”.
Na Escola de Música da SFA pode-se também aprender a tocar oboé, flauta transversal/flautim, clarinete, saxofones, trompa, trompete, trombone de varas, bombardino, tuba e percussão (bateria, xilofone e acessórios).
A banda é dirigida pelo maestro Pedro Santos e foi renovada com a entrada de jovens músicos oriundos da escola.
A SFA foi fundada em 1921 e faz vários concertos por ano.





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