O alerta para o desaparecimento de Rita Anjos foi divulgado nas redes sociais por um irmão, na noite de dia 12, descrevendo que a jovem conduzia o carro onde veio a ser descoberta, de bruços, no assento traseiro.
A equipa da viatura médica de emergência e reanimação do Centro Hospitalar do Oeste nada mais pôde fazer do que confirmar o óbito. Os bombeiros das Caldas da Rainha também estiveram no local, assim como a PSP, que tomou conta da ocorrência.
Uma ambulância dos bombeiros de Óbidos transportou o corpo para a morgue e depois para o Gabinete Médico-Legal de Torres Vedras para ser autopsiado. Uma das hipóteses em análise era ter havido uma intoxicação medicamentosa, ou seja, poder ter ingerido remédios em doses excessivas.
A morte teria ocorrido há algum tempo, mas por não haver suspeitas de crime o caso não transitou para a Polícia Judiciária, segundo informação prestada pela PSP no dia do falecimento, que causou grande consternação e surpresa, sobretudo por se tratar de uma rapariga jovem.



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