Manuel Nunes, do PS, disse que “achamos que o orçamento da Câmara para 2016 é pobre e pouco ambicioso e vai começar a esgotar-se dinheiro na cedência do hospital termal e na manutenção da Mata e do Parque”. “Não vai haver novidades e a Câmara vai ter de se reinventar muito para que em 2017 possa haver alguma coisa que mereça a pena ser destacada”.
António Cipriano, do PSD, contrapôs: “Vai-se continuar o bom trabalho que tem vindo a ser desenvolvido nos últimos dois anos. 2016 vai ser importante porque a Câmara aceitou o desafio termal. Vão começar a ser lançados os concursos para as obras que permitam abrir o Hospital Termal em 2017. Será também o ano da Feira da Fruta e da Feira da Cerâmica”.
Emanuel Pontes, do MVC, afirmou que “vamos ter grandes desafios como o Termal e a mobilidade”. “Já devia haver um plano estratégico. Assim é começar a casa pelo telhado. Espero que haja um debate sério e que sejam chamadas e envolvidas todas as forças políticas”, referiu.
Alexandre Cunha, do BE, declarou que uma das preocupações será a gestão camarária do Hospital Termal. “Vão-se aperceber que não vão ter condições para gerir”, sustentou.
“Vai ser um ano preocupante. Porque parece ser um elástico esticado entre duas realidades contraditórias, a atual e a que se avizinha e não se vislumbra que os problemas possam ser resolvidos a nenhum nível”, manifestou José Carlos Faria, da CDU.
Rui Gonçalves, do CDS, considerou que vai ser “um ano de continuidade e andamos assim há uma série de anos”. “Não prevejo que as grandes questões venham a ser resolvidas de forma minimamente razoável – termalismo e lagoa. No orçamento da Câmara para 2016 o que existe é uma redução de valores disponíveis para o investimento no desenvolvimento económico. Não há uma linha sobre a agricultura”, adiantou.









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