A caminho das três décadas de ensino, o The English Centre está a iniciar o seu 29º ano letivo. Dotar os jovens de ferramentas no domínio das línguas que se traduzam numa mais-valia no ingresso futuro no ensino superior ou no mercado de trabalho é o objetivo de muitas famílias que ali colocam os seus filhos.
A caldense Ana Catarina Silva, de 23 anos, que tirou a licenciatura em Design Gráfico e Multimédia na ESAD.CR, está a trabalhar em Londres. O facto de ter no seu currículo a qualificação Cambridge English: First, também conhecido comoFirst Certificate in English (FCE), ajudou-a a conseguir o emprego e na sua adaptação ao país estrangeiro. “Sabia que tinha um nível de inglês elevado para poder trabalhar num país em que falam inglês 24 horas por dia e senti menos dificuldade de adaptação em relação a outras amigas”, diz Ana Catarina Silva, que iniciou o The English Centre aos 16 anos, quando frequentava o décimo ano na Escola Técnica Empresarial do Oeste.
A jovem lembra que a escolha da escola terá sido feita por sugestão de amigos e a prova de que funciona é que terminou “a saber falar inglês”. “Sempre aceitei a oportunidade que o The English Centre me deu de aprender inglês como uma oportunidade futura e nunca pensei que realmente pudesse vir usufruir do conhecimento adquirido nesta escola”, aponta, destacando que “é um ambiente onde os professores se dedicam a ensinar aos alunos, num conceito em que o ensino escolar não consegue. Através de jogos e outros métodos de ensino, o The English Centre consegue captar a atenção e motivar os alunos”.
Ana Catarina Silva destaca que a língua inglesa é cada vez mais necessária. Recorda que no fim da sua licenciatura começou a procurar estágio/trabalho em Portugal. Sem sucesso neste país tentou no estrangeiro e conseguiu em Inglaterra. Está a trabalhar na empresa Autotask, associada a tecnologia. É “user experience designer” e tem a responsabilidade de “melhorar o design de produtos, para que se mantenham atuais e acessíveis a todo o público-alvo”. Integra uma equipa de design que se encontra nos Estados Unidos, África do Sul, entre outros países.
A jovem considera um desafio trabalhar em Londres e sente que tem mais condições de ter uma carreira “estável” com “futuro”.
?Marlene Sousa





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