“Festa das Adiafas” regressa em outubro ao Cadaval

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A cerca de um mês do certame “Festa das Adiafas e Festival Nacional do Vinho Leve”, a decorrer de 10 a 18 de outubro, na vila do Cadaval, conheça os destaques de um programa que volta a conciliar gastronomia, exposições, espetáculos musicais, colóquios e animação diversa. Em outubro, venha brindar ao final das colheitas e ao mundo rural.

O pavilhão multiusos municipal, situado junto ao campo da feira do Cadaval, voltará a acolher um reconhecido e apreciado certame, onde a homenagem às ancestrais tradições rurais se funde com a divulgação da produção económica da região, nas suas mais diversas vertentes.

O termo “adiafa” significa, precisamente, o tradicional banquete que os antigos proprietários vinhateiros ofereciam, em tempos remotos, aos seus trabalhadores no fim de cada ano de campanha, pretendendo festejar o final das colheitas ou agraciar o ano agrícola. A passagem para o plural do termo, em 2002, por parte do município, destinou-se a abarcar a celebração de outras “adiafas”, nomeadamente a da colheita frutícola, a par das restantes vertentes da economia local.

O âmbito do certame cresceu, sendo que, anualmente, são muitos os participantes empenhados em mostrar a sua oferta produtiva. Os pavilhões de artesanato e de atividades económicas oferecem, anualmente, exposições de um leque variado de produtos, bem como de representações do tecido empresarial e institucional.

A fruticultura e a vitivinicultura continuam, porém, a ser os pilares fundamentais desta peculiar festa, sendo especialmente representadas pela Pera Rocha do Oeste e pelo Vinho Leve da Região de Lisboa, das quais o Cadaval é um exímio representante.

Na área vitivinícola, a “Festa das Adiafas” contempla o designado “Festival Nacional do Vinho Leve”, que conta com a participação anual de diversas adegas da região. A este nível, destaque-se a cerimónia de entrega dos prémios do Concurso de Vinhos Leves da Região de Lisboa, que este ano atinge a 5ª edição, numa parceria com a Comissão Vitivinícola da Região de Lisboa.

O setor produtivo estará patente não só ao nível da já referida mostra de produtos, mas também através de colóquios sobre temáticas de utilidade agrícola e de promoção da economia rural, a decorrerem no recinto da feira.

O pavilhão de gastronomia e animação contará, uma vez mais, com a presença de vários espaços de restauração, dinamizados por associações locais que incluirão, nas suas ementas, diversos pratos típicos, onde até o ingrediente “pera Rocha” costuma integrar algumas das iguarias presentes. No mesmo local, estão ainda representadas várias tasquinhas, também elas dinamizadas por coletividades locais, onde não faltarão os habituais petiscos.

A angariação de fundos para as coletividades participantes, e a divulgação dos respetivos projetos comunitários, constitui uma mais-valia desta vertente gastronómica, que tantos visitantes costuma atrair à vila do Cadaval.

Os espetáculos representam o ponto alto da animação, englobando atuações de música filarmónica, orquestral, popular, folclórica e de baile, contando ainda com o bom humor revisteiro.

Juntam-se a esta festa, de fortes raízes tradicionais, as novas tendências de promoção da saúde e bem-estar, através de manifestações de ginástica, dança e até artes marciais. A habitual noite da juventude trará, no último sábado, a música rock a um certame marcadamente popular.

A animação do evento, que conta com organização do Município do Cadaval, far-se-á ainda através do 11.º Fim de Semana Equestre, Prova de Santo Huberto (caça), Largada de Vitelos e 3ª Rota das Adiafas (passeio todo-o-terreno).

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