O banhista estava com a família na praia. A bandeira amarela não era impeditiva de ir a banhos mas devia implicar maiores cuidados. O mar não inspirava confiança e o homem acabou por ser surpreendido.
“A situação do mar estava propícia a algumas dificuldades e na zona onde se deu o acidente costumam verificar-se correntes perigosas. Foi um dia complicado porque o mar estava difícil”, afirmou Lourenço Gorricha, comandante da capitania da Nazaré.
Foram essas condições traiçoeiras que tiraram a vida a Carlos Alberto Valente, de 47 anos, residente em Arouca. O óbito foi declarado no quartel dos bombeiros. A família, em choque, recebeu apoio de uma psicóloga da Câmara da Nazaré.
Tratou-se da primeira vítima mortal na área de intervenção da capitania nesta época balnear.
Francisco Gomes




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