A visita começou pela Santa Casa da Misericórdia de Alfeizerão, onde foi recebida pelas entidades responsáveis e ainda foram apresentados as valências e carências da instituição, pelo provedor da Misericórdia, José Luís Castro. As propostas apresentadas, em parceria com a Pousada da Juventude de São Martinho do Porto, em Alfeizerão, visam o acolhimento de um pólo de tratamentos continuados na instituição e uma ampliação das instalações da Santa Casa da Misericórdia, em que a governante afirmou que vai “tentar contribuir para resolução dos problemas do distrito”.
O provedor também disse que pretende apresentar uma candidatura ao Portugal 2020 para aumentar as valências da instituição.
“Esta é uma visita de rotina, motivada pela minha vontade de conhecer melhor as instituições e, fundamentalmente, acompanhar de perto as necessidades existentes no terreno do setor social”, adiantou Teresa Morais.
Igualmente admitiu que as atuais instalações da Misericórdia são de “muito boa qualidade, com uma amplitude e de largueza de visitas extraordinária”, o que significa que “apesar de um período difícil foi possível observar o dinamismo do setor social privado que em caso de necessidade arregaça as mangas e faz”. “O Governo apostou no apoio ao setor social porque entende que não deve estar sozinho neste setor e deve apoiar e delegar sempre que o setor social privado aparece e corresponde ao solicitado”, manifestou.
Teresa Morais seguiu para o Centro Social Paroquial de Alfeizerão e por fim, para a Fundação Manuel Francisco Clérigo, em São Martinho do Porto, onde teve a oportunidade de conhecer as instituições e os serviços que são oferecidos à comunidade.
O Centro Social Paroquial de Alfeizerão tem como presidente da direção o padre Joaquim Vieira Gonçalves e conta com 150 crianças desde os 4 meses até ao 4º ano de escolaridade, em regime de creche, pré-escolar e ATL.
A Fundação Manuel Francisco Clérigo, fundada em 17 de fevereiro de 1968, presta apoio a 132 crianças e 149 idosos, servindo em tempo escolar cerca de 410 refeições diárias, como referiram o presidente da direção Manuel Valle-Domingues e as diretoras Sandra Rebelo e Teresa Costa.
O presidente da Câmara Municipal de Alcobaça recordou que “neste mandato, os últimos quatro anos foram os mais difíceis para Portugal, sendo o período em que se fez mais cinco infraestruturas sociais no concelho, consolidou-se a rede social por força da sociedade civil pujante, que mostrou que, quando há muitas dificuldades, as soluções aparecem”.
Paulo Inácio relatou a intenção de criar um centro de atendimento a vítimas de violência doméstica em Pataias, em que a governante garantiu que vai apoiar essa intenção da autarquia.
“Tal como em Caldas da Rainha e em Ansião, procurei durante as minhas visitas desafiar os presidentes de Câmara a criarem respostas nesta área, e sei que Alcobaça está interessado em ter um gabinete de atendimento a vítimas, por isso, acho muito bem que o município tenha uma resposta nesse sentido”, disse Teresa Morais.







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