Tal situação, segundo a equipa de psicólogas, deve-se à “não renovação contratual” das seis psicólogas que as constituíam e efetuavam a articulação entre os cuidados primários, cuidados hospitalares e outras estruturas da comunidade.
“Na ausência de soluções que até ao momento não surgiram, à data de 2 de agosto de 2015, o Serviço de Psiquiatria e Saúde Mental e a comunidade perderão estes recursos”, indicam.



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