O seu trabalho incide essencialmente sobre a figura feminina, retratando várias facetas de uma forma enigmática e anónima, por vezes sem qualquer pista em relação ao ambiente circundante, envolvendo o espectador e levando-o a criar a sua própria história em relação a cada tela. “O trabalho fugaz das cenas retratadas por Dulce Horta desperta e alimenta um turbilhão de emoções.Instalando-se na mente do observador um reboliço emocional.E, como não se podem medir as emoções, vamos alimentado o imaginário, sôfrego por revelar a beleza feminina que se encontra escondida”, é referido na descrição da mostra.
Maria Dulce Horta, licenciada em Relações Públicas e Marketing com formação em Protocolo Estatal, nasceu em Vila Franca de Xira e vive atualmente nas Caldas da Rainha. Autodidata, revê-se numa frase do poeta Mário Quintana, que diz, “o autodidata é um ignorante por conta própria”.
2005 é o ano em que por mera curiosidade, sem ter conhecimento das suas potencialidades, entra no mundo das artes plásticas. Lugar que ocupa até hoje, mas sempre na procura de mais conhecimentos, já procurando o aperfeiçoamento técnico a fim de poder maximizar o seu gosto pela pintura.
Durante três anos iniciou o seu processo de aprendizagem em algumas técnicas de pintura e de desenho no Atelier-Escola Duran Castaibert, passando entretanto para o atelier Micaspatudo para aprender outras técnicas em acrílico e grafite, durante mais três anos.



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