O flagelo, que custou cerca de 21 milhões de euros à EDP Distribuição, entre 2012, quando atingiu o seu pico, e 2014, afeta não só as contas da empresa, como a qualidade do serviço prestado aos clientes, sendo, em última instância, repercutido na fatura dos consumidores.
Mas no ano passado registou-se uma queda de 53% do número de casos, já que as forças de segurança conseguiram deter dezenas de suspeitos. Os prejuízos verificados, no ano passado, totalizaram 3,1 milhões de euros. Em 2012, tinham ultrapassado os 11 milhões de euros.



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