“Na sequência deste pedido, nenhuma razão foi apontada para esta insólita anulação. De acordo com o exposto, verifica-se que este concurso, a que se apresentaram 18 candidatos, entregando toda a documentação prevista, é anulado porque, muito literalmente, ninguém tratou mais do assunto, deixando que o prazo legal de seis meses fosse largamente ultrapassado”, revela o socialista.
Segundo o autarca, “o serviço de recursos humanos da Câmara Municipal das Caldas da Rainha limitou-se a abrir os procedimentos, acolheu as candidaturas e depois nada mais fez, deixando expirar os prazos previstos por lei para a consecução do processo”.
“Numa área em que esta autarquia é claramente deficitária, numa conjuntura em que a análise dos contextos sociais de intervenção ocupa grande arte das atenções de todos, esta clamorosa e negligente condução do processo é reveladora de uma displicência que é necessário denunciar”, critica.
O JORNAL DAS CALDAS interrogou a Câmara sobre este assunto, mas não obteve resposta.



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