“Vocês são a geração mais bem preparada do país e com mais conhecimentos técnicos. Acredito que estejam bastante aptos para o exercício da atividade. No entanto, os conhecimentos que vos vão chegando dos mais experientes são de aproveitar, pois muitas vezes na faculdade não vos é ensinado como lidar ou falar com os doentes”, salientou Jaime Mendes.
Pedro Coito também mencionou que a OM “é a casa de todos os médicos e se não participarem, desaparece e isso não pode acontecer”.
“Tem de continuar a funcionar como elemento aglutinador, esclarecedor, motivador e, sobretudo, controlador da ética e da formação médica, sem a qual seremos esmagados pelo poder político”, referiu.
Durante a sessão Pedro Coito divulgou dois dos concursos que vão decorrer durante este ano, dedicados aos médicos e aos internos, sendo que um deles será um concurso de fotografia e o outro dedicado especialmente aos internos do distrito médico do Oeste, com a finalidade de premiar todos os trabalhos feitos durante o internato, com o valor de 850€.
José Manuel Silva afirmou que “temos consciência que a aprendizagem da medicina é cada vez mais complicada e por isso temos de ser cada vez mais exigentes e interventivos”.
“Entre os colegas existe às vezes um clima de receio de serem cidadãos ativos e de pugnarem pelos seus direitos, no entanto, não devemos esquecer os deveres, contando sempre com a OM”, manifestou.
Disse ainda aos novos internos que “devemos sempre respeitar os doentes, pois estamos ao serviço deles e da medicina”.







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