A medida vai entrar em vigor em outubro. A vereadora da Ação Social, Rosa Guerra, disse à agência Lusa que existem cinco mil euros em orçamento para apoiar os beneficiários.
Podem beneficiar da medida os cidadãos residentes no concelho inseridos em agregados familiares em situação económico-social precária, confrontados com problemas de calamidades, doença, monoparentalidade ou rutura familiar, desemprego, insuficiência económica ou problemas habitacionais.
Cada agregado familiar beneficiário pode usufruir até um máximo de 500 euros.



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