O concurso destina-se a alunos de cursos de restauração e bar das escolas de hotelaria e turismo, que passam por cinco provas técnicas. Adriana Aleixo contou que “tive de confecionar um bife tártaro à frente do cliente, despinhar [retirar a espinha] uma dourada para fazer os filetes para o cliente, uma prova de vinhos, em que tive de identificá-los, cortar presunto, tirar o pedido de uma ementa, cocktails, elaborar um molho próprio para os crepes e uma prova de queijos”.
“Foi uma excelente experiência, pois aprendi a confecionar coisas que provavelmente não iria aprender na escola. Fui bem preparada, apesar de não ter ganho, mas foi ótimo para currículo. Também adquiri novos conhecimentos com os outros participantes. Apesar da competição funcionávamos como uma equipa”, referiu.
Daniel Pinto, diretor da escola, salientou que “este concurso é o mais exigente a nível mundial na área da hotelaria e turismo e a aluna foi porque teve uma boa classificação no concurso interescolas, no ano passado. Assim temos muito orgulho na aluna e queremos continuar a criar condições para que os alunos tenham estas experiências internacionais”.
Mariana Martinho




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