“Neste romance há muros que oprimem em nome da paz, muros brutais no limiar do genocídio. O jornalista Alberto fez-se ao caminho, da Coreia à Irlanda do Norte, do Sara Ocidental à Palestina, de Caxemira ao México e ao Brasil. A longa odisseia do cassador de muros”, refere a autora, para quem a obra constitui “um alerta para os muros que existem e matam, diariamente, milhares de seres inocentes, muros que roubaram o futuro de gerações e gerações”.
Ana Filomena Amaral, de 52 anos, natural de Avintes, no distrito do Porto, é mestre em História Económica e Social Contemporânea, pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.
Na ficção estreou-se em 1989 com “Uma porta abria-se a fogo”, título ao qual se seguiu “O segredo do cavalo-marinho” (1995), “A Casa da Sorte” (2004), “A coroa de Góis” (2007) e, há três anos, “Pão e água”.
Em 1999, publicou a monografia histórica “Avintes na margem esquerda do Douro”. Nesta área, tem publicadas “Góis entre o rio e a montanha” (1997) e “Maria de Lourdes Pintasilgo: Os anos da Juventude Universitária Católica Feminina – 1952-1956” (2009).
O evento contou com um momento musical pelo Grupo Coral da Universidade Sénior Rainha D. Leonor, dirigido pela maestrina Ruth Horta.




0 Comentários