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Conselho da Cidade faz balanço positivo de 10 anos de existência

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O Conselho da Cidade das Caldas da Rainha - Associação para a Cidadania - completou dez anos de atividade, fazendo um balanço positivo da sua existência.

No início do mandato autárquico de 2002/5 constituiu-se um grupo de trabalho e análise de que resultou a criação do Conselho da Cidade. Considera-se ter ocorrido nesta data o início real dos trabalhos levados a cabo por uma comissão executiva, acompanhada por um representante da Assembleia Municipal e por um membro do executivo camarário.

Na génese da criação do Conselho da Cidade esteve uma outra associação – Cidadania de Livre Iniciativa Caldense (CLIC) –, movimento cívico com agenda política, constituído por caldenses naturais ou por adoção. Politicamente o grupo fundador do CLIC tinha um espectro muito amplo, indo da esquerda à direita.

Desde o seu início, foi objetivo do Conselho da Cidade atuar como órgão de intervenção cívica, cooperando de forma autónoma e ativa com os órgãos eleitos da autarquia, dinamizando a cidadania, e promovendo a qualificação e transparência das decisões públicas.

Nesses primeiros anos, o Conselho da Cidade convidou várias personalidades para virem às Caldas da Rainha e foram constituídos grupos de trabalho que desenvolveram atividade em áreas como a mobilidade urbana, a cultura e as comemorações do 16 de março de 1974, assim como na área da saúde houve um acompanhamento e realização de diversas iniciativas sobre o Hospital e as Termas caldenses.

Outras áreas de intervenção têm merecido a preocupação e empenho do Conselho da Cidade, tais como melhoria do espaço público urbano, disciplina do estacionamento e do trânsito, e chamada de atenção para a conservação e divulgação do património cultural e ambiental.

Assegurou uma colaboração semanal na manutenção do Parque D. Carlos I, quando o Centro Hospitalar deixou de o fazer, realizou ações contra a realização das largadas de toiros no Parque D. Carlos I, exposições para divulgar artistas do concelho e passeios para alertar para a situação da Lagoa de Óbidos.

Em 2014 assinalou o centenário do jornal satírico caldense “O Viroscas”, com a colaboração do associado Jorge Mangorrinha.

Tem participado no Orçamento Participativo com apresentação de propostas e promoveu uma conferência/debate com os candidatos às últimas eleições autárquicas, moderada pelos jornalistas Francisco Gomes, do “Jornal das Caldas” e José Luiz Almeida e Silva, diretor da “Gazeta das Caldas”.

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