A organização esteve a cargo do Clube Português de Canicultura, com o apoio da Associação para o Desenvolvimento Industrial do Oeste (ADIO) e da Câmara Municipal das Caldas da Rainha. No ano passado, esta iniciativa contou com a participação de cerca de 1500 exemplares e 140 raças.
Este evento teve como objetivo, segundo José Pereira, da ADIO, “promover e dignificar as várias raças a nível nacional e internacional, para que as pessoas da nossa região ficassem a conhecê-las mais de perto”. Também referiu que esta exposição teve como fundamento premiar todos os cães a concurso, como também incentivar os expositores a mostrarem as suas criações.
A exposição canina decorreu durante os dois dias por etapas, em que durante a parte da manhã foram apurados os melhores exemplares de cada raça e para a tarde houve a atribuição dos prémios, onde só estiveram presentes os cães selecionados durante o concurso da manhã, sendo que no primeiro dia foi selecionada a melhor raça canina a nível nacional e no segundo dia a nível internacional.
Manuel Loureiro Borges, vice-presidente do Clube Português de Canicultura, afirmou que “foram apurados o jovem promessa, o melhor par, o melhor cachorro e o melhor exemplar de raça a nível nacional e internacional”.
Ao vencedor do concurso foi atribuído um prémio simbólico e um conjunto de rações.
O vice-presidente do clube também mencionou que “o concurso é aberto a exemplares de todas as raças, desde que tenham pedigree e que sejam registados em Livros de Origens ou com Registos Iniciais reconhecidos pela Fédération Cynologique Internationale, com atribuição do C.A.C do Clube Português de Canicultura”
O júri era composto por elementos de várias nacionalidades, tais como italianos, portugueses, franceses, finlandeses e espanhóis. Para além dos doze expositores relacionados com atividade canina, como rações e equipamentos, também houve a participação de expositores artesanais.







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