Os deputados ouviram a Junta de Freguesia sobre um “problema que afeta a população, forçada a deslocar-se à Nazaré para ser atendida pelo médico”.
“Quando todas as condições estão reunidas para a abertura deste serviço é incompreensível que o Ministério das Finanças a impeça por não ser capaz de em tempo útil autorizar a mobilidade de um funcionário administrativo. A burocracia não pode impedir a população de aceder aos cuidados e saúde”.
José Ramalho, presidente da Junta, frisou que “a população está revoltada por não ter sido solucionado este problema”, e apela ao fim de uma situação de discriminação, numa freguesia com 1.400 habitantes, 900 dois quais inscritos como utentes daquela extensão de saúde, oriundos dos onze lugares que constituem esta povoação.
A Junta e a população de Famalicão pretendem a vinculação de pessoal administrativo adequado e garantem que irão promover a mobilização da população para fazer valer a defesa dos seus direitos numa manifestação a realizar junto à residência do primeiro-ministro.




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