Germano Couto defendeu que “o Ministério da Saúde e o Ministério da Solidariedade Social têm de se entender no que respeita aos lares de terceira idade”, sustentando que, “muitas vezes, as mortes acontecem, não por responsabilidade dos hospitais, mas sim porque [os doentes] não tiveram os cuidados necessários a montante”.
Em declarações à agência Lusa, o presidente da ALI refutou estas declarações, afirmando que “com a má fama e a antipatia que há com os lares de idosos, estão mesmo à mão para serem os maus da fita, e sacode-se a água do capote”.
Para o responsável, é preciso distinguir os diferentes tipos de lares: “Nos licenciados privados há cuidados médicos, nos lares sociais se calhar há menos e, nos lares clandestinos, não há mesmo”.
Assegurou que as instituições licenciadas disponibilizam um “médico próprio” aos idosos, “mesmo não sendo obrigatório segundo a regulamentação em vigor”, e manifestou que os lares privados até evitam levar os idosos às urgências: “Todos sabemos bem o mal que passam quando vão às urgências”.



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