João Vítor sofre de artrogripose múltipla congénita. Sem as articulações necessárias, dificilmente se senta, come sozinho ou faz outras atividades ditas normais. Com 91,5% de incapacidade física, dantes a forma de se movimentar era rebolar no chão. Agora já não precisa, porque a cadeira atribuída pela Segurança Social, no valor de 9600 euros, o torna menos dependente, apesar dos obstáculos físicos existentes na Nazaré.
“Assim que saiu a primeira notícia no Correio da Manhã fomos contatados pela Segurança Social e a cadeira foi doada. São as pernas dele e nunca sentiu tanta liberdade. É a única autonomia que o João vai conseguir ter, porque não há cirurgias nem mais nada a fazer”, relatou a mãe, Claudina Batista.
“Em casa já posso andar de um lado para o outro e na escola posso sair sozinho da sala e ir para o recreio”, contou João Vítor.
Não foi preciso utilizar os 2467 euros reunidos numa campanha de angariação e que podem agora servir para outras despesas com a criança, que vai passar a receber 59 euros mensais pela incapacidade. O pai não tem emprego fixo e a mãe, que se ocupa inteiramente do menino, aguarda a concessão de um subsídio de apoio.







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