Economia de partilha
2015 conhecerá um reforço da chamada “sharing economy”. Veja-se o sucesso de casos como a Uber ou a Airbnb. A Uber, empresa apostada em revolucionar o transporte e a mobilidade nas grandes cidades, através do “ride-sharing”, foi recentemente avaliada em cerca de 18 biliões de dólares. Já quanto à Airbnb, cujo conceito é a partilha de casas para curtas estadias, está atualmente avaliada um pouco acima dos 10 biliões de dólares.
Vídeo ao serviço do Marketing
O vídeo é já hoje a ferramenta de comunicação mais poderosa que existe. Até há alguns anos, só as grandes empresas tinham capacidade orçamental para produzir e distribuir conteúdos vídeo. Tudo isto mudou radicalmente. A relativa facilidade com que hoje em dia se produzem vídeos, e a efetiva simplicidade com que se disponibilizam os mesmos através das plataformas existentes na internet, tornam o vídeo um ferramenta de marketing acessível a qualquer empresa, de qualquer dimensão.
Marketing de conteúdos
O vulgarmente chamado “content marketing” veio definitivamente para ficar. Um estudo recente do Content Marketing Institute, que analisou o comportamento de diversas empresas americanas, revela que praticamente todas elas estão a aumentar os seus orçamentos de produção e divulgação de conteúdos para efeitos de marketing.
Grafeno: a pequena maravilha
Um material tão ou mais revolucionário do que o silício ou o plástico, extremamente forte, leve, flexível, ótimo condutor de eletricidade e quase totalmente transparente. Esta é a caracterização do grafeno, que permitiu o Prémio Nobel de Física de 2010 para Andre Geim e Konstantin Novoselov, da Universidade de Manchester (Grã-Bretanha).
Segundo Elena Polyakova, CEO da Graphene Laboratories, com sede em Long Island, “o grafeno tem um enorme potencial de utilização em várias áreas de negócio (…) e pode substituir diversos materiais atualmente no mercado.”
Geração Y está a chegar à liderança
Em 2015, pela primeira vez na história, a Geração Y representará a maioria da força de trabalho no mundo ocidental. Esta geração (nascidos entre finais da década de 1970 e meados da década de 1990), vulgarmente apelidados de “Millennials”, está naturalmente a tomar conta dos lugares-chave das empresas, nomeadamente em posições de liderança.
Geração Z mais perto das empresas
Enquanto algumas empresas ainda estão a tentar compreender a Geração Y (referida no ponto anterior), outras estão já “um passo à frente” e procuram ligar-se desde já à Geração Z. A Geração Z, usualmente apelidada de “Gen Z”, representa os nascidos entre 1994 e 2010. Empresas como a Microsoft, a Facebook, ou a LinkedIn estão a reforçar a sua política de estágios destinados à Gen Z, procurando estar na linha da frente das tendências do mercado através da ligação estreita a esta última geração, por um lado, e por outro pretendendo obter os melhores elementos para integrarem as suas equipas nos próximos anos.
A importância da loja física
Com o desenvolvimento do comércio online, verificado nos últimos anos, muitos ditaram a “morte” das lojas físicas. No entanto, parece que estavam errados…
A presença online é hoje uma necessidade básica, e as empresas são “forçadas” pelos clientes a atribuírem-lhe uma importância estratégica. No entanto, o consumidor cada vez mais conhecedor exige contactar com a marca/empresa fisicamente, tocar e sentir os produtos que potencialmente virá a comprar. O online não veio substituir a loja física, mas sim complementar toda a experiência de venda, que um consumidor exigente procura cada vez mais que seja envolvente e diferenciadora.
Gadjets tecnológicos com estilo
“Fizemos uma pesquisa sobre uso de acessórios hi-tech, e 51% dos consumidores interessados em comprar um smartwatch afirmaram que só o fariam se o design do produto estivesse de acordo com o seu estilo pessoal.”, diz Ben Arnold, diretor-executivo no NPD Group, uma empresa americana de market research. Estilo e design são as palavras-chave, em conjugação com um nível de usabilidade adequado. As melhores empresas tecnológicas estão a colaborar crescentemente com as maiores casas de moda, e muitas startups tecnológicas estão a aplicar a máxima “o design está primeiro”. A MICA (My Intelligent Comunication Acessory), desenvolvida pela Opening Ceremony e pela Intel, é uma elegante pulseira que disponibiliza informações e alertas através do seu pequeno ecrã tátil. Trata-se de um exemplo perfeito de combinação de tecnologia com estilo e glamour.



0 Comentários