Centena e meia de amigos e familiares do casal reuniu-se para uma celebração eucarística, onde foi deixada pelo padre Samuel Pulickal “uma palavra de conforto” aos parentes mais próximos.
Um dos momentos mais emotivos foi quando foi lida a mensagem de uma amiga de Jerónimo, manifestando a consternação pela perda.
O cortejo fúnebre seguiu depois para o interior do cemitério, onde no mesmo gavetão os potes com os restos mortais foram colocados.
O último adeus foi presenciado pelas duas filhas de Lídia, que se encontravam em casa na altura em que mãe e o marido foram assassinados. O filho mais novo de Lídia, de seis anos, que tal como uma das irmãs, de 16 anos, ficará sob a tutela dos avós maternos, não esteve no funeral, tendo sido poupado a mais um momento de dor.
O corpo do homem que matou o casal também já foi cremado, mas as cinzas só iam chegar a Portugal esta semana.





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