O governo, cumprindo uma ordem da Troika, reduziu a quantia paga a quem desempenha este serviço cívico em mais de trinta por cento (de cerca de 75 para os atuais 50 euros). Do governo central o dinheiro passa pelas autarquias e destas vai para as Juntas de Freguesia, que têm a função de o distribuir por quem trabalhou nas mesas eleitorais. “É natural que estas operações demorem algum tempo… mas tanto. Será que alguém capitaliza algo em juros quando o dinheiro está parado, por exemplo, nas autarquias?”, refere um comunicado, que considera que “deveria haver um pouco mais de respeito por quem trabalha e, por consequência, tem direito a sua remuneração”. “Entretanto ninguém quer colaborar no desempenho destas funções e as autarquias e as juntas de freguesia têm de escalar os seus funcionários para o desempenho deste serviço”, diz, o comunicado.
Segundo os aderentes do Bloco de Esquerda de Caldas é importante que não se institua o hábito de fazer as pessoas esperar, principalmente numa fase em que estas necessitam do dinheiro para necessidades básicas como comer ou pagar contas de água e outras. Esperam que tudo corra melhor nas próximas eleições legislativas em 2015.



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