Foram eleitos os seguintes elementos: Assembleia-Geral – Presidente: Francisco Coutinho -professor universitário e ex-Governador Civil de Leiria; Vice-Presidente: Rui Gonçalves – arquiteto (Caldas da Rainha); Secretário: Alcina Faneca – estudante (Carvalhos). Direção – Presidente: Garcia Pereira – advogado (Lisboa); Vice-presidente: Maria Luzete – advogada (Lisboa); Secretário-Geral: Vítor Ilharco – reformado (Caldas da Rainha); Tesoureira: Maria Marta – economista (Alenquer); Vogais: Dino Barbosa – advogado (Lisboa), Carlos Tomás – jornalista (Lisboa), Joana Miranda – advogada (Lisboa), José Eduardo Barata – reformado (Lisboa) e Marta Azevedo – advogada (Lisboa). Conselho Fiscal – Presidente: Diniz Silva – economista (Santarém); Vogais: Rodolfo Pereira – empresário (Lisboa) e Albino Carvalho – técnico de infraestruturas (Alpiarça). Conselho Consultivo – Presidente: Augusto Antunes – advogado em Coimbra; Conselheiros: Alberto Nogueira – jurista, ex-Procurador Geral Distrital do Porto, António Aguiar, técnico oficial de contas (Setúbal), António Saleiro, mestre em Direito (Lisboa), António Dias, mestre em Sociologia (Covilhã), Carlos Rato, jurista (Lisboa), Cremilde Pinto, solicitadora (Sesimbra), Domingos Matos, empresário (S. Martinho do Porto), Francisco Ferreira, escritor (Lisboa), Gil Balsemão, advogado (Porto), Hernâni Carvalho, jornalista (Lisboa), Isabel Ferreira, professora (Lisboa), João Ferreira, engenheiro (Aveiro), João Peres, advogado (Porto), José Fonseca, empresário (Lisboa), Luís Maia, jornalista (Lisboa), Luís Paço, educador (Lisboa), Maria do Céu Cotrim, licenciada em Serviço Social (Coimbra), Paulo Jorge, professor universitário (Lisboa), Joaquim Aires, professor catedrático (Lisboa), Rita Garcia Pereira, advogada (Lisboa), Rui Nova, advogado (Setúbal), Teresa Veríssimo, advogada (Setúbal), Vanda Abreu, técnica de Anatomia Patológica, Citológica e Tanatológica (Setúbal) e Vítor Gaspar, advogado em Coimbra.
A APAR é uma organização sem fins lucrativos e sem qualquer fim político, tendo por objetivo “colaborar com os cidadãos reclusos em Portugal, independentemente das suas nacionalidades e com os cidadãos portugueses detidos em prisões estrangeiras, na obtenção de apoios jurídico, social e familiar, diligenciar no sentido da salvaguarda de todos os seus direitos enquanto no cumprimento das penas a que tenham sido condenados, e ajudar na reintegração na sociedade, após a libertação”.
Francisco Gomes




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