A readmissão dos cinco trabalhadores, ao serviço do Hotel Marriot, foi “uma atitude sensata”, considerou o Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares (STIHTRS), depois de o administrador do processo de insolvência ter “anulado o processo de despedimento coletivo”.
De acordo com o dirigente sindical António Baião, a decisão “foi comunicada por carta” aos cinco trabalhadores cujo despedimento “se tornava agora efetivo, depois de terem gozado férias e folgas que tinham por receber e que os mantinham afastados do serviço há quase dois meses”.
Num comunicado enviado à agência Lusa, o STIHTRS sustenta que a anulação do despedimento dos cinco trabalhadores “põe fim a uma decisão injusta da administração da empresa”, que em março anunciou o despedimento coletivo de 11 funcionários.
A empresa, que se encontra em processo de recuperação, mantém, no entanto, o despedimento de outros seis trabalhadores que prestavam serviço no hotel, mas “através de uma empresa externa, a Belticorest”.
O sindicato, que desde março tem efetuado várias ações de protesto para travar os despedimentos – entre as quais uma manifestação em frente ao hotel onde habitualmente estagia a seleção portuguesa de futebol –, adiantou à Lusa que irá “continuar a lutar pela reintegração dos restantes trabalhadores”.




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