Além de uma vista privilegiada sobre a costa, o edifício apresenta ao público três exposições, uma de caráter documental, outra fotográfica e uma de escultura.
“O Forte de S. Miguel Arcanjo, o Guardião da Memória”; “North Canyon: Nazaré raízes de Mar” e a exposição de escultura, da autoria de Adália Alberto, são as três exposições temporárias que se encontram naquele local.
A reabertura do Forte de S. Miguel aos visitantes e turistas resulta de uma iniciativa da Câmara Municipal da Nazaré, Capitania do porto da Nazaré e Marinha Portuguesa.
10% das receitas da entrada no Forte reverterão para um fundo de manutenção do edifício.
Está aberto das 10h às 20h e a entrada custa um euro.
O Rei D. Sebastião mandou construir a Fortaleza de S. Miguel, em 1577, para que defendesse a enseada dos ataques dos piratas argelinos, marroquinos e normandos.
Durante a 1ª Invasão Francesa (Junot – 1807/1808), esteve ocupado por soldados de Napoleão I, que a população do Sítio e da Pederneira ajudou a expulsar, tornando-se assim num símbolo da resistência popular.
Desde 1903 está aqui instalado um farol de auxílio à navegação que, atualmente, tem um alcance luminoso de 15 milhas, sendo completado por um sinal sonoro de aviso em dias de nevoeiro intenso.




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