Como se sabe e todos dizem, as consequências são muito gravosas para a vida económica e social da cidade e do concelho, não se assumindo a responsabilidade pelos prejuízos sofridos pelos comerciantes, habitantes e visitantes, não das obras em si, mas do seu absurdo e inaceitável atraso.
Outra razão apontada, tem a ver com a necessidade de repor alguma justiça na toponímia da praça, a qual tem privilegiado a fruta com manifesto prejuízo dos legumes, podendo os nabos (ainda houve quem preferisse bananas) ser considerados dignos representantes da horticultura caldense, uma vez que abundam na autarquia e já mostraram ter a capacidade de se conservar por longos anos, sendo até considerados uma infestante por alguns “detratores profissionais que só criticam mas nada fazem”.
Assim, parece fazer todo o sentido homenagear os nabos (e as nabiças) caldenses, atribuindo temporariamente à mais prestigiada Praça das Caldas da Rainha o nome deste abundante e prolífero tubérculo municipal, até que novos protagonistas com atributos funcionais mais nutritivos, façam jus à tradição caldense e reponham o nome Praça da Fruta.
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