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Família de português morto no Brasil angaria fundos para trazer o corpo

Francisco Gomes

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A família de um emigrante do Bombarral que foi assassinado na noite de 27 de julho no Brasil está a angariar fundos para pagar as despesas com a trasladação do corpo para Portugal. A família, do Barrocalvo, no Bombarral, não tem grandes posses financeiras para suportar os seis mil euros que custam a operação, para além de ainda ter de arranjar 1500 euros para o funeral.
Ivo Crispim, de 29 anos, foi assassinado com cinco tiros

Foram distribuídos vários mealheiros no Bombarral – Geladaria Etc, Café Napoleão, Capri (D. Amélia), Ténis Bar, Bar a Praceta, Farmácia Miguel, Forno do Avô, entre outros, e nas Caldas da Rainha – Habibi Arabic Lounge Bar e Ginásio Balance. Também é possível fazer transferência bancária utilizando o NIB 004602070060018138219.

O português, de 29 anos, foi assassinado com cinco tiros à porta do bar onde era segurança, em Dois Córregos, no estado de São Paulo. Ivo Crispim, ex-boina verde paraquedista, terá sido alvo de um ajuste de contas.

De acordo com a Polícia Militar, um homem aproximou-se e disparou contra ele, atingindo-o no tórax e numa perna. Foi ainda assistido num hospital, mas os ferimentos revelaram-se fatais. O autor do crime fugiu.

O ex-militar, que foi jogador do Caldas Rugby Clube, nas Caldas da Rainha, estava no Brasil há mais de um ano. No Bombarral, onde vivia, deixa órfão um rapaz de quatro anos, que estava à guarda dos pais da vítima.

“Um paraquedista não morre, sobe mais alto”, é a expressão que amigos estão a recordar em homenagem a Ivo Crispim.

Francisco Gomes

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