O autarca propôs que “a exemplo do modelo que é praticado nos centros das cidades modernas, inclusive em algumas cidades portuguesas”, seja feita a recolha “porta a porta”.
Neste método de recolha de lixo, “deve ser definida uma área de atuação”, que o vereador entende deverá abranger a área urbana confinada às seguintes artérias: Largo João de Deus, Largo D. Manuel I, Largo Rainha D. Leonor, Rua Camões, Largo da Rainha, Rua General Queiróz, Praça da República, Rua José Malhoa, Largo Heróis de Naulila, Rua da Nazaré, Rua do Provedor Frei Jorge de S. Paulo, até à Igreja de Nª Srª do Pópulo. “Esta é uma zona com a densidade populacional mais baixa da cidade, o que permite experimentar o processo com alguma facilidade”, manifestou Manuel Isaac. Após um período de experimentação, adaptação e correção da metodologia, deverá ser extensível a outras zonas da cidade.
“Por outro lado, com a adoção do uso de sacos coloridos e de diferentes dimensões, consoante o tipo de lixo e o volume produzido, estamos a implementar a separação dos tipos de lixos e com isto, a fazer pedagogia ambiental”, sustentou.
Quanto ao método de recolha, “deve ser organizado segundo uma agenda semanal, definindo os dias de recolha de cada tipo de lixo, a implementar em articulação com serviços de limpeza, tomando em consideração os horários mais adequados aos cidadãos a quem o serviço é destinado e prestado, horário essa em que os sacos serão colocados no exterior dos edifícios”, referiu.
“A solução de recolha “porta a porta” permite libertar o espaço urbano da presença inamovível e esteticamente aberrante dos contentores, é de rápida implementação e vai ao encontro dos cuidados ambientais que deve ter uma cidade que se pretende a caminhar rumo à modernidade”, defendeu, propondo que haja explicação do processo à população envolvida na área de atuação que vier a ser definida.
Francisco Gomes




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