O segundo jogo foi contra o Braga, uma equipa bastante forte no contacto, que as caldenses tiveram alguma dificuldade em travar o seu jogo penetrante, no entanto, conseguiram manter a concentração e garantir uma natural vantagem através das suas finalizadoras-pontas.
O terceiro jogo foi contra a equipa da casa, Viseu. Um jogo com algumas falhas técnicas que se fizeram sentir, a placagem caldense não estava na sua melhor forma, dando oportunidade as adversárias de jogar mais e terem mais a bola. No entanto, as atletas caldenses reagiram bem e saíram vencedoras, tendo noção de que teriam de fazer mais para garantir a vitória na final.
No final do dia, já com algumas mazelas e algum cansaço à mistura, o Caldas encontrava as rivais da Lousã, equipa que tem evoluído imenso no decorrer do campeonato. Foi uma final bastante disputada, em que o Caldas acabou por cometer dois erros graves na primeira parte e duas placagens falhadas, que resultaram em ensaios sofridos e dois não marcados, erros graves que as guerreiras caldenses acabaram por pagar de forma cara, terminando o jogo 24-22 a favor da Lousã.
Independentemente de terem perdido a final, a capacidade de concentração e maturidade competitiva que as caldenses apresentaram foi notável.
Alinharam pelo CRC: Beatriz Marques, Diana Pina, Adriana Ferreira, Filipa Vidigal, Filipa Sousa, Josefa Gabriel, Margarida Teixeira, Rafaela Ferreira, Mónica Moldes e Catarina Marques.



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