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Associação Portuguesa de Apoio ao Recluso contesta greve dos guardas prisionais

Francisco Gomes

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A Associação Portuguesa de Apoio ao Recluso (APAR), com sede no edifício da escola primária da Moita, Alvorninha, Caldas da Rainha, considera “ilegais e inconstitucionais” as medidas anunciadas pelo Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional para realizar “serviços mínimos” durante a greve que se propõe levar a efeito desde 22 de abril a 9 de junho.

A APAR contesta que os guardas prisionais não abram as portas dos estabelecimentos prisionais durante todo este período de um mês e meio, para transferência de reclusos, saídas para julgamentos ou outras situações envolvendo os reclusos, para quaisquer visitas, incluindo de advogados, nem distribuam correspondência para os reclusos.

“Os guardas prisionais, a cometerem estas ilegalidades, estão a incentivar os detidos a revoltarem-se”, sustenta a APAR, que pede aos reclusos para não reagirem e solicita aos responsáveis do setor da Justiça que “não permitam este autêntico atentado à segurança das prisões por parte de quem tem, como missão principal, garanti-la”.

Francisco Gomes

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