Dos sete arguidos, seis dos quais em prisão preventiva, cinco prescindiram do direito de prestar declarações no início do julgamento. Um manifestou vontade de falar, e outro também disse querer esclarecer algumas questões relacionadas com as acusações, revela a agência Lusa.
Segundo o despacho de acusação do Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP) de Lisboa, os arguidos, entre os 16 e os 29 anos, criaram, em finais de 2011, um “grupo criminoso” que, de forma “reiterada, organizada e indiscriminada” praticaram dezenas de assaltos à mão armada na via pública, a residências particulares, a estabelecimentos comerciais e a viaturas de transporte de valores.
A atuação criminosa durou entre 5 de janeiro e 10 de agosto de 2012.



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