“Não podemos deixar de manifestar a estranheza de ser tomada uma decisão em abril de 2013 e, só agora, dezembro de 2013, ser efetuada a notificação a este município. Será que o Turismo de Portugal, não quis “perturbar” o processo eleitoral de 29 de setembro? Esperemos que a relação institucional não se prenda por afinidades políticas, partidárias ou até pessoais. Leva-nos a concluir que o município não tinha capacidade financeira para executar aquela obra, como tal, só o poderemos classificar como um ato de cariz eleitoralista”, comentou o presidente de Câmara da Nazaré, Walter Chicharro.
Nesta candidatura a autarquia teria de comparticipar mais de 1,5 milhões de euros (cerca de 80% do investimento total).



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