O orçamento aprovado pela maioria PSD com os votos contra de toda a oposição (PS, CDU, CDS e independentes) desce de 37,8 milhões de euros (em 2013) para 37,3 milhões de euros com o objetivo de “manter uma política de rigor, equilíbrio financeiro e impostos baixos”, disse o autarca.
Segundo a agência Lusa, a Câmara prevê arrecadar em 2014 uma receita corrente de 19.406.035 euros (menos 813 mil euros que o ano passado), enquanto nas receitas de capital, cifradas em 17.982.457, se estima uma subida de 371 mil euros relativamente a 2013.
A despesa corrente estimada para 2014 é de 19.327.109 euros (menos 39 mil euros que em 2013) enquanto as despesas de capital se cifram em 18.061.383 euros, refletindo um decréscimo de 384 mil euros.
Em termos gerais, a habitação e a urbanização são as unidades orgânicas com maior previsão de despesa, absorvendo 45,4% do orçamento municipal.
As grandes opções do plano elencadas por Tinta Ferreira vão centrar-se na “continuidade das iniciativas e obras em curso”, entre as quais as de regeneração urbana, orçadas em 10 milhões de euros.
O orçamento aponta ainda para “uma atenção especial” à higiene urbana e melhoria dos espaços verdes, o aumento do apoio a pequenas empresas e captação de novas e, finalmente, um reforço da componente de apoio social.




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