As duas equipas defrontaram-se no Estádio da Lousã.
A Lousã bateu pela 2ª vez esta época o Groundlink Caldas Rugby, sendo que num jogo a eliminar previa-se mais equilíbrio. No entanto, a equipa das Caldas não contava com oito jogadores habitualmente titulares, (Frederico Vasconcelos, Luís Silva e Bernardo D’eça por motivos de lesão, David Mateus ao serviço da seleção, e Nika Charkviani, Gustavo Moura, Luís Barreto e Nuno Pires). Se juntarmos a estes elementos da equipa que se encontram a recuperar de lesões antigas como Jonathan Nolan, Salvador Neves, Guilherme Neves ou Francisco Azinheira, é caso para dizer…”vão à bruxa!”.
A equipa Groundlink Caldas revelou menor capacidade de combate e organização, com reflexos naturais no resultado final, uma vez que foi perdendo a força e a Lousã aproveitou para brindar os seus adeptos com um segundo tempo de luxo.
A sorte não estava de todo com os visitantes, já que também perderam, à medida que o jogo foi decorrendo, Nuno Taful, Bruno Silva e ainda os jovens Tiago Santos e Cristovão Monteiro.
Se numa 1ª parte o resultado se encontrava em 6-0, com sinal mais para os pelicanos, o momento do jogo saldou-se no 1º ensaio do rugby da Lousã, com o Groundlink Caldas a não ter capacidade para reagir e deitando a toalha ao chão, sendo Claúdio França, com a sua melhor exibição este ano, o único com capacidade para remar contra a maré.
Mérito à Lousã, que com uma equipa mais experiente e coesa foi dilatando a marcha do marcador, revelando mais soluções neste jogo e acabando por ser naturalmente vencedora com inteira justiça.
Destaque para a estreia do argentino Raul Maximiliano Jordan, por parte do Groundlink Caldas Rugby, a médio de abertura, que com apenas dois treinos se disponibilizou a ajudar a equipa mesmo sem estar ainda nas condições ideais.



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