PCP volta a reivindicar demissão do presidente do CHO

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A Comissão Concelhia das Caldas da Rainha do PCP contesta as medidas do Centro Hospitalar do Oeste (CHO) em reduzir os médicos de algumas especialidades nas urgências de Caldas da Rainha e Torres Vedras a partir deste mês. “Estas medidas põem em causa a qualidade dos serviços de saúde prestados pelo CHO”, consideram os comunistas, que voltam a reivindicar a demissão do presidente do Conselho de Administração do CHO.

“Conforme temos vindo a alertar a população, a criação do CHO tinha como claro objetivo diminuir drasticamente os serviços, os meios, valências e a capacidade do serviço prestado às populações, além de ser mais uma peça na destruição do Serviço Nacional de Saúde”, manifesta o PCP.

“O único interesse deste Governo PSD/CDS e desta administração presidida pelo dr. Carlos Sá, é diminuir despesa pública na saúde, custe o que custar, sobretudo aos utentes, reduzindo serviços e valências (urologia, reumatologia, etc), promovendo um maior afastamento das unidades de saúde das populações e a degradação dos cuidados de saúde prestados”, sustenta.

O PCP entende que “as medidas deste Governo não assentam em critérios clínicos, de acessibilidade dos utentes à saúde e de qualidade do serviço, mas apenas em critérios de natureza economicista”.

“As propostas contidas em Orçamento do Estado, são disto um exemplo. O Governo propõe mais um corte brutal nas funções sociais do Estado, particularmente na saúde (menos 9,4%, menos 848 milhões de euros)”, sublinham os comunistas.

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