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Nesta última semana de campanha eleitoral no concelho, parece-me importante esclarecer três pontos essenciais sobre o MVC - Viver o Concelho, Movimento Independente: 1- Como é possível que o Movimento Independente MVC - Viver o Concelho não seja um partido político? 2- Qual a importância do voto no MVC? 3- O que acontecerá se as freguesias tiverem uma “cor” política diferente da Câmara? Vamos, então, ao esclarecimento: 1- Um movimento independente é um grupo de cidadãos eleitores que se une e organiza para concorrer a um ato eleitoral. Desde 2001 que os cidadãos podem, por lei, candidatar-se às eleições autárquicas em candidaturas não partidárias, oferecendo um projeto político diferente dos partidos, baseado no reforço da democracia local e da cidadania participativa. A pluralidade contribui para que a política seja aquilo que os cidadãos querem que seja: nobre e benéfica. Estes cidadãos não são políticos profissionais ou de carreira, adquirindo também a designação de "políticos" pelo facto de passarem a fazer política ativa, embora de outra natureza e qualidade. Estes cidadãos estão tão desiludidos e zangados com os atuais partidos e suas políticas, como a maioria dos concidadãos, mas entendem que se deve procurar mudar o que está mal e não baixar os braços e desistir;

2- Nas Caldas da Rainha, o MVC está a disputar o primeiro lugar, não por sede de poder ou protagonismo, mas para ter a possibilidade de servir a comunidade. Basta ver quem são os rostos do MVC e conhecer os seus currículos profissionais e de cidadania, para se confirmar este desiderato. Nesse sentido, é fundamental que os eleitores concentrem os seus votos no MVC e não os dispersem noutras opções. Nenhum voto no MVC se perderá, pois qualquer que seja o resultado, todos têm a possibilidade e a obrigação de servir a comunidade, pois o executivo camarário e as assembleias municipal e de freguesias são plurais, compostas por diversas forças políticas e não apenas pela “cor” vencedora. Aliás, uma das razões pelas quais a cidade e o concelho têm sido tão mal governados, deve-se ao mau trabalho feito (ou à sua ausência) pelos partidos da oposição;

3- Em democracia todos devem ser respeitados e tratados de forma equitativa, sem discriminações nem favoritismos. O MVC quer reforçar a democracia local e a cidadania participativa, tendo proposto linhas programáticas, neste âmbito, de grande alcance e profundidade (ver www.viveroconcelho.pt). Nesse sentido, tal como jamais prejudicará quem não vote no MVC, também jamais permitirá que sejam prejudicadas as freguesias ou as pessoas que votem no MVC. Porque ser independente (e não “indes” dos partidos) é, somente, defender o interesse da comunidade de qualquer outro tipo de interesses.

José Rafael Nascimento

Mandatário Político do MVC – Viver o Concelho

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