No ofício enviado ao BE, a que a Lusa teve acesso, a câmara justifica que a medida foi tomada com “o intuito de se evitar a invasão de propaganda política em locais nobres do concelho”.
De acordo com a câmara, foram ainda estabelecidas “zonas e locais interditos à colocação de cartazes de propaganda política”, os quais “foram comunicados a todos os partidos”.
No mesmo ofício a câmara informou o BE de que as estruturas poderiam ser levantadas nas oficinas municipais onde alegadamente estariam guardadas. Porém, quando tentou efetuar a recolha, o bloco diz ter constatado que as mesmas “estão desaparecidas”, o que motivou a queixa à CNE, na qual acusa a câmara de “lesar a campanha, a atividade política e as finanças” do partido.



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