“Ao aperceberem-se de que, para além da Câmara Municipal e Assembleia Municipal, as assinaturas também se destinavam a subscrever uma candidatura à Assembleia de Freguesia de Santa Catarina, os referidos elementos passaram a ter um comportamento hostil e insultuoso que, num ato de autêntica chantagem, levou a que alguns dos cidadãos presentes que já tinham assinado a Declaração de Propositura do movimento riscassem as suas assinaturas”, diz o documento.
O comunicado esclarece que que “a recolha de assinaturas tem como único objetivo a viabilização da candidatura, permitindo que este Grupo de Cidadãos Eleitores possa candidatar-se aos órgãos autárquicos”. “As assinaturas não representam um apoio expresso ao Movimento, não traduzem nenhum sentido de voto e não prejudicam nenhuma outra candidatura, beneficiando, até, a democracia nesta comunidade, pela pluralidade e liberdade na organização das cidadãs e dos cidadãos”.
De acordo com o documento, este tipo de comportamento mostra como a “democracia nas Caldas da Rainha está refém de um poder com tiques autoritários e feudais. Mostra também, da forma mais crua e brutal, como os poderes estabelecidos têm medo da salutar concorrência democrática e do confronto de ideias, provavelmente porque não as têm”.
“Atitudes como estas, que só merecem a nossa condenação, não nos intimidam, antes pelo contrário, servem para mostrar que a razão está do nosso lado. É preciso quebrar a teia para que Caldas seja de novo Rainha!”, diz o comunicado.



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