O número reduzido quer de vendedores (compareceram perto de vinte participantes, dos quais cerca de seis ceramistas), quer de visitantes em comparação com a última edição do Bazar pode ser explicado por outros dois eventos que aconteceram paralelamente a este como a corrida de touros à portuguesa na Praça de Touros pelas 22 horas e um protesto contra a tauromaquia às 20h30 na Praça 5 de Outubro que seguiu rumo à Praça de Touros.
André Valério, da organização, fez um balanço positivo do evento uma vez que foi a primeira edição. Revela que “um mercado tradicional é algo que implica algum investimento e é preciso cativar os vendedores e o público.
Vítor Norte, um artesão que expôs os seus trabalhos manuais, mostrou-se satisfeito alguém ter dado o primeiro passao na organização desta iniciativa. “Não podemos criticar a dizer que não fazem e depois não aparecer aos eventos”, sublinhou, o artesão. “Nesta altura difícil para todos temos que nos unir e dar o nosso melhor e tentar dinamizar a feira de artesanato para que comece a ser mais divulgada”, apontou, Vítor Norte.
Esta feira contou com mostras desde cerâmica e olaria, azulejaria, cestaria, latoaria e funilaria, bordados regionais, tapeçaria, brinquedos tradicionais, e instrumentos musicais. À venda estiveram também produtos biológicos, nomeadamente a doçaria tradicional e conventual, vinhos e licores. Estiveram ainda presentes nesta iniciativa bancas com cortiça, cutelaria artesanal e curtumes. Para animar o evento o rancho Folclórico Vale Choupinho de Santa Catarina, atuou.
A próxima edição desta iniciativa está marcada para o dia 24 de agosto mas antecedentemente irá decorrer mais uma edição do Bazar à Noite no dia 10 de agosto.
Maria Marques





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