Dia dos avós- 26 de julho

Maria Susana Mexia

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Celebrar o Dia dos Avós significa reforçar a experiência de vida, reconhecer o valor da sabedoria adquirida, não apenas nos livros ou nas escolas, mas no convívio com toda a família, geração após geração. O dia é celebrado desde 2003 e a data foi escolhida por que é também o dia de Santa Ana e de S. Joaquim, pais da Virgem Maria, avós de Jesus Cristo e padroeiros de todos os avós.

Em Portugal, a instituição do Dia Nacional dos Avós no Parlamento teve em conta o “reconhecimento do papel fundamental dos avós ao nível mais restrito da família e também no espaço mais alargado da sociedade em geral”.

O nascimento de um filho transforma o dia a dia de um lar. Aos compromissos e responsabilidades já existentes, acrescem outras: criar, educar e acompanhar o desenvolvimento do novo filho o que, em muitos casos, se torna complicado, devido aos horários laborais e a outras responsabilidades.

A presença dos avós torna-se imprescindível, pois ajudam, colaboram, dão tranquilidade aos filhos e aos netos, assegurando o equilíbrio necessário no fluir dos dias, aos afetos, à educação, às normas e aos valores.

A vivência intergeracional é sempre muito enriquecedora para todos e, em geral, os avós sentem muito prazer e alegria por poderem estar com seus netos, sentindo-se úteis, rejuvenescendo e atualizando-se, pois em contacto com as crianças e os jovens todos aprendemos muito.

Não interessa se os avós são conservadores ou modernos, novos ou velhos, ricos ou pobres, letrados ou analfabetos, o importante é que eles estão sempre dispostos a cuidar dos seus netos com muito amor, carinho e generosidade, transmitindo-lhes a experiência de vida, o valor da continuidade das referências e tradições familiares e o calor dos afetos.

Maria Susana Mexia

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