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As Duas Leis

Isabel Vasco Costa

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Conhecemos dois tipos de leis: as leis éticas (que são aquelas às quais é possível desobedecer, e portanto são passíveis de castigo se não cumpridas) e as leis físicas ou naturais às quais é impossível desobedecer, mesmo que todo o Parlamento vote por unanimidade, e cem notários assinem a sua revogação. Imagine-se que a lei da gravidade era banida do código das leis. Esperar-se-ia que os lápis, cadeiras, pessoas...deixassem de cair a partir dessa histórica data. Porém, diz-nos a experiência de milhares de anos, nunca tal aconteceu.

Curiosamente, estamos a viver uma situação semelhante: o aborto, que é um crime perpetrado na pessoa de um inocente, é agora considerado legítimo e até protegido por diplomas promulgados pelos governos de vários países e o mesmo se pode dizer em relação a outras leis da natureza, como seja o “casamento”, completamente impossível, entre duas pessoas do mesmo sexo. Tão impossível é que se torna necessário o uso de meios não naturais para ter prole.

É de esperar que tais comportamentos fiquem registados pelos historiadores. Nas gerações futuras, os livros de história irão referir estes povos “bárbaros”, tal como aconteceu com os tempos da escravatura, dos duelos, do tráfego de crianças, etc.

O homem é um ser livre, destinado a ser feliz, mas a felicidade está reservada para todos quantos buscam a verdade e, com base nesse conhecimento (da verdade), a escolhem e seguem. É uma tarefa árdua, sim. Há sempre um “amigo” disposto a enaltecer as propriedades benéficas dos vícios e a desafiar alguém para os experimentar. Quem se deixa enganar pela mentira e cede à tentação, dificilmente se libertará deles. É a “lei do vício” que, por ser física, é irrevogável.

Chegou a hora de sermos mais intrépidos e eficazes na busca e reconhecimento da verdade. Coragem. Vamos!

Isabel Vasco Costa

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