Talvez, por isso, nada se possa fazer contra factos, resultantes de actos de Senhoraços que, de fato e gravata, impunemente, se refastelam com roubos calamitosos, para investirem em acções fomentadoras do desemprego, que grassam Mundo fora, fazendo renascer a escravatura, que nos atam as mãos.
E…
Para nos toldar o espírito da vivência diária, toca de futebolizar o Mundo, com barrasquices irónicas de donos de clubes que, de mãos dadas com empresários, acoutados com Federações, comercializando “escravos” (ah! ah! ah!) jogadores brutalmente bem pagos, são mediadores de interesses monetários que se propagam internacionalmente, independentemente da conotação capitalista ou anti-capitalista dos muitos países de diversas origens, e, também, turcos, árabes, chineses e por aí fora, patrocinando festejos de vitórias, com que nos embebedam, para esquecermos o mau momento que atravessamos e, assim, dissimularem o augúrio latente da pressagiosa Guerra Mundial.
De meros espectadores devíamos passar a espetadores.
A ver vamos…
José Luiz Cavaco Ferreira



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